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12. Set. 2017 O que considerar antes de migrar para a computação na nuvem

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O que considerar antes de migrar para a computação na nuvem

A computação na nuvem — cloud computing, em inglês — vem ganhando cada vez mais espaço no meio corporativo. Isso é o que mostra uma pesquisa realizada no ano de 2014 pela consultoria Saugatuck Technology com executivos de TI. Segundo o levantamento, 60% dos entrevistados disseram preferir soluções de computação na nuvem para os negócios.

As vantagens trazidas por esse novo modo de trabalhar são variadas, mas destacam-se a eficiência de custos e a flexibilidade em relação aos pontos de acesso. Diante disso, é preciso entender alguns aspectos que as empresas devem observar antes da migração para a nuvem. Confira a seguir:

 

Cloud computing nas empresas

Os benefícios da computação na nuvem não são adaptáveis para todos os tipos de necessidades empresariais. Um software tradicional ou uma forma local de armazenamento de dados pode ser mais indicado em alguns casos. Por isso, é necessário entender as características do negócio antes de fazer um planejamento de migração.

Empresas que lidam com informações confidenciais e com segredos industriais que têm um rígido plano de segurança interno, por exemplo, precisam tomar bastante cuidado ao implantar o cloud computing. Esses dados não podem ser colocados na nuvem de imediato: é preciso elaborar complementos que garantam a segurança.

 

Custos da computação na nuvem

O principal benefício da computação na nuvem no ambiente corporativo está relacionado à redução de custos. Entretanto, é importante ter atenção para as variadas formas de precificação dos serviços, que variam de acordo com o fornecedor.

O modo de cobrar pelos serviços de cloud é muito complexo em algumas prestadoras. Por isso, deve-se buscar esclarecer as dúvidas para que o plano de migração possa ocorrer com certa previsibilidade financeira.

 

Seleção do tipo de nuvem adequado

Identificar qual o modelo de cloud computing que melhor se adequa às necessidades da empresa é fundamental para o sucesso da migração. O modelo de nuvem privada fornece maior controle, mas transfere a administração dos sistemas para a empresa. Ou seja, o setor de TI interno se torna o responsável pela segurança e pelo desempenho da estrutura. Já o formato de nuvem pública transfere as obrigações da gestão para o fornecedor do serviço. A nuvem híbrida, por sua vez, é uma combinação desses dois modelos, e pode oferecer solução às deficiências e vantagens de um sistema em relação ao outro.

 

Segurança da informação na nuvem

Em se tratando de segurança, algumas prestadoras já contam com serviços de criptografia nativos em suas plataformas. Além disso, o mercado oferece soluções contra ataques DDoS e controles em geral.

É importante ressaltar que as preocupações com a segurança digital variam de acordo com o tipo de nuvem escolhida pelo empreendimento. Nos casos de nuvem pública, o controle da empresa sobre a gestão dos sistemas é reduzido e a responsabilidade recai sobre os provedores. Já no modelo privado de nuvem, a companhia é responsável pelo controle de acesso e pelo monitoramento.

Por fim, deve-se salientar que não é recomendado que a migração aconteça de forma única e universal, e sim de forma gradual, para evitar a criação de barreiras na cultura organizacional que limitem o sucesso das mudanças.

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