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Entenda os tipos de roteamento e como melhorar a performance da conectividade

Internet Vogel Telecom Conectividade Solucões Vogel | CrearePP, 19/07/2021

Entenda os tipos de roteamento e como melhorar a performance da conectividade

Possuir um sistema de roteamento de alta performance é um investimento importante. Quanto mais moderno, atualizado e qualificado for o sistema de uma empresa, seja interno ou não, melhor será o desempenho de sua rede. Confira abaixo os tipos de roteamento para entender como melhorar sua conectividade.

Roteamento estático

Geralmente, redes com número limitado de roteadores para outras redes são configuradas a partir do roteamento estático. Nesse caso, uma tabela é construída manualmente pelo administrador do sistema, e pode ou não ser divulgada para outros dispositivos de roteamento na rede. As tabelas estáticas não se ajustam automaticamente a alterações na rede, portanto, devem ser utilizadas somente onde as rotas não sofrem alterações. Algumas vantagens do roteamento estático são a segurança obtida pela não divulgação de rotas que devem permanecer escondidas e a redução do overhead introduzido pela troca de mensagens de roteamento na rede.

Roteamento dinâmico

As redes com mais de uma rota possível para o mesmo ponto devem utilizar roteamento dinâmico. Nesse contexto, a tabela de roteamento é construída a partir de informações trocadas entre protocolos de roteamento. Os protocolos são desenvolvidos para distribuir informações que ajustam rotas dinamicamente para refletir alterações nas condições da rede. Eles podem resolver situações complexas de roteamento de forma mais rápida e eficiente que o administrador do sistema.

Os protocolos de roteamento são desenvolvidos para trocar para uma rota alternativa quando a primária fica inoperável e para decidir qual a rota preferida para um destino.

Todos os protocolos de roteamento realizam as mesmas funções básicas: determinam a melhor rota para cada destino e distribuem informações de roteamento entre os sistemas da rede. A forma pela qual decidem a melhor rota determina a diferença entre os pacotes de roteamento existentes, internos ou externos.

Protocolo de roteamento interno

Os roteadores utilizados para trocar informações dentro de Sistemas Autônomos, comuns dentro das organizações, são chamados de roteadores internos (interior routers) e podem usar uma variedade de protocolos de roteamento interno (Interior Gateway Protocols – IGPs). Dentre eles estão: RIP, IGRP, EIGRP, OSPF e Integrated IS-IS, sendo esses últimos os mais usuais (veja abaixo algumas opções).

Protocolo de roteamento externo

Roteadores que trocam dados entre Sistemas Autônomos são chamados de roteadores externos (exterior routers), e estes utilizam o Exterior Gateway Protocol (EGP) ou o BGP (Border Gateway Protocol). Para este tipo de roteamento, são consideradas basicamente coleções de prefixos CIDR (Classless Inter Domain Routing) identificados pelo número de um Sistema Autônomo.

OSPF (Open Shortest Path First)

Protocolo desenvolvido pelo IETF (Internet Engineering Task Force). Caracteriza-se por ser intradomínio, hierárquico, baseado no algoritmo de Estado de Enlace (Link-State) e foi especificamente projetado para operar com redes grandes.

Integrated IS-IS

O IS-IS, assim como o OSPF, é um protocolo intradomínio, hierárquico e que utiliza o algoritmo de Estado de Enlace. Pode trabalhar sobre várias sub-redes, inclusive fazendo broadcasting para LANs, WANs e links ponto-a-ponto. O Integrated IS-IS também convoca todos os roteadores a utilizarem um único algoritmo de roteamento.

BGP (Border Gateway Protocol)

Caracteriza-se como um protocolo de roteamento interdomínios, criado para uso nos roteadores principais da internet. Evita loops de roteamento em topologias arbitrárias, o mais sério problema de seu antecessor, o EGP (Exterior Gateway Protocol).

Outro problema que o EGP não resolvia era o do policy-based routing, ou seja, com base em um conjunto de regras não técnicas, definidas pelos Sistemas Autônomos. O BGP4 foi projetado para suportar o grande crescimento da internet.

É importante lembrar que o desempenho ainda depende de uma boa qualidade de conexão. Quer saber mais sobre como melhorar a conectividade de sua empresa? Conheça algumas das nossas soluções.

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